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Impressão e qualidade

Como anexar G-code e 3MF ao produto no 3D Control

Guardar o arquivo certo junto ao produto reduz a procura por versões espalhadas em pastas. Veja como anexar G-code ou 3MF no 3D Control e conferir se o arquivo escolhido ainda serve para a produção.

Equipe 3D Control 10 out 2026 5 min de leitura

Decida qual arquivo deve acompanhar o produto

Quem vende peças impressas costuma ter uma pasta para o modelo, outra para o fatiamento e várias versões com nomes parecidos. Anexar o arquivo de impressão ao cadastro do produto cria um ponto de referência para quem prepara aquela peça. A decisão inicial é simples: o que a pessoa precisa recuperar para repetir a produção, e o que deve continuar sendo revisado no fatiador?

Um G-code registra instruções geradas para condições específicas de impressão; não é um arquivo universal para qualquer máquina. Um 3MF pode guardar um modelo ou um projeto com configurações, conforme o programa que o gerou. Se a intenção é preservar a geometria para refatiar depois, mantenha também o arquivo de origem apropriado, quando disponível. Para distinguir essas opções, veja o guia sobre formatos STL, 3MF e OBJ. Anexar não transforma um formato em outro: escolha o arquivo pelo uso esperado.

Anexe o arquivo em Arquivos de impressão

No 3D Control, o caminho parte do produto já cadastrado. Antes do envio, confira se você abriu a variação ou o produto correto: peças com tamanhos semelhantes podem ter arquivos incompatíveis. Depois, siga este procedimento:

  1. Acesse Produtos e abra o produto ao qual o arquivo pertence.
  2. Entre na área Arquivos de impressão e selecione a opção de anexar um arquivo.
  3. Escolha o G-code ou 3MF que você preparou e conclua o envio, respeitando os limites exibidos.
  4. Adicione uma nota ao anexo com informações de identificação, como versão, material previsto, bico e altura de camada, se forem relevantes.
  5. Volte à lista de arquivos do produto e confirme que o anexo aparece. Use o link de download disponível ali para verificar se o arquivo recuperado é o esperado.

A nota não substitui a conferência técnica: ela ajuda a reconhecer o arquivo sem depender apenas de nomes como “final” ou “final2”. Prefira algo identificável, por exemplo, “v3; PETG; bico 0,4 mm; revisar suporte antes de imprimir”. Se alterar o projeto ou o perfil, registre a nova versão de modo que a equipe não confunda o anexo antigo com o atual.

Planeje os anexos dentro dos limites

Considere os três limites ao organizar a biblioteca: 50 MB por arquivo, 10 arquivos por produto e 1 GB de armazenamento total. Um arquivo maior que o limite individual não passa a caber porque o produto ainda tem vagas. Da mesma forma, dez anexos pequenos esgotam as posições daquele produto, mesmo sem ocupar todo o espaço da conta. Antes de enviar vários arquivos, escolha quais versões realmente precisam estar acessíveis no cadastro.

Exemplo hipotético: para um suporte vendido em duas orientações, você separou um 3MF de 32 MB, um G-code de 18 MB e um arquivo de referência de 6 MB. A soma é 32 + 18 + 6 = 56 MB; são três arquivos, todos abaixo de 50 MB individualmente, e três das dez posições do produto. Os 56 MB também contam para o limite total de 1 GB. Esse cálculo não garante que haverá espaço na conta: os anexos de outros produtos também o ocupam.

Use nomes com extensão e finalidade claras, como “suporte-v3-projeto.3mf” e “suporte-v3-petg-04.gcode”. G-code e 3MF atendem a necessidades diferentes; ao preparar STL ou OBJ como referência geométrica, confira na interface se o formato pode ser anexado antes de planejar sua biblioteca em torno dele. O link de download serve para recuperar o anexo no produto; não presuma que ele seja um endereço público para enviar a clientes ou um anúncio publicado automaticamente.

Evite o risco de usar um fatiamento incompatível

O principal risco operacional não é perder o arquivo, mas encontrar rapidamente o arquivo errado. Um G-code antigo pode ter sido gerado para outra impressora, outro firmware, outro bico, outra mesa ou outro material. Antes de imprimi-lo, confira os dados da máquina e do trabalho no software apropriado. Se alguma condição mudou, refatie o modelo fora do 3D Control e anexe a versão atualizada ao produto.

O 3D Control não faz fatiamento interno e anexar um arquivo não envia comandos para a impressora. Ajustes de orientação, suportes, velocidades e estimativas pertencem ao fluxo do fatiador. Para relacionar esses ajustes com a operação da venda, consulte configurações do fatiador, tempo e custo. Isso ajuda a separar o arquivo arquivado da decisão atual de como produzir o pedido.

Confira o download antes de liberar a produção

Faça uma checagem curta sempre que anexar uma versão nova, sobretudo para itens recorrentes. O objetivo é confirmar que o cadastro aponta para um arquivo utilizável, não apenas que um upload terminou sem aviso de erro:

  • Confirme o produto, a versão, a extensão e a nota exibidos em Arquivos de impressão.
  • Baixe o anexo pelo link do produto e compare nome e tamanho com o arquivo que pretendia enviar.
  • Abra o arquivo baixado no programa adequado e revise, quando aplicável, modelo, perfil e prévia das camadas antes de produzir.
  • Se o arquivo substitui outro, identifique claramente qual versão deve ser usada e evite deixar duas opções indistinguíveis.

Em um pedido repetido meses depois, essa rotina permite recuperar o arquivo certo sem tratar a nota como garantia de compatibilidade. O produto guarda a referência e o download; a validação das condições de impressão continua sendo uma etapa de quem prepara a peça.

Faça essa gestão sem planilha

No 3D Control cada pedido já sai com custo, preço e lucro, a fila de impressão fica organizada e o estoque de filamento se atualiza sozinho.

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