A fórmula
custo de energia = potência (kW) × horas de impressão × tarifa (R$/kWh)
1. Descubra a potência média
O número da etiqueta (a fonte) é o máximo, não o consumo real. A impressora puxa mais enquanto aquece a mesa e o bico e bem menos durante a impressão. O jeito mais confiável é usar um medidor de consumo de tomada durante uma impressão inteira e dividir os kWh pelo tempo.
Sem medidor, use uma estimativa conservadora. Impressoras de mesa imprimindo PLA costumam ficar na faixa de algumas dezenas a pouco mais de cem watts em média; materiais com mesa mais quente (ABS, ASA, PETG) e máquinas fechadas tendem a gastar mais.
2. Pegue a tarifa real da sua conta
Divida o valor total da conta pelos kWh consumidos no mês. Assim a tarifa já inclui impostos e bandeira, que mudam o valor bastante de uma região para outra.
Exemplo
Impressora com média de 120 W (0,12 kW), peça de 5 horas, tarifa de R$ 0,90/kWh:
0,12 × 5 × 0,90 = R$ 0,54
Parece pouco — e para uma peça, é. Mas 3 impressoras rodando 12 horas por dia somam 0,12 kW × 12 h × 30 dias × 3 = 129,6 kWh por mês, cerca de R$ 117 na conta. Esse valor precisa estar distribuído no preço das peças.
O que costuma pesar mais que a energia
Em peças comuns, o desgaste da impressora (bico, correias, mesa, a própria máquina) e o seu tempo costumam custar mais que a eletricidade. Veja a conta completa em quanto cobrar por impressão 3D.
Faça essa gestão sem planilha
No 3D Control cada pedido já sai com custo, preço e lucro, a fila de impressão fica organizada e o estoque de filamento se atualiza sozinho.